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B2🇵🇷 Porto Rico4 min de leitura

Las sillas de la entrada

As cadeiras da entrada

1 · História em espanhol

La historia

Cuando Elena se mudó al edificio, le gustaron las dos sillas junto a la entrada. Allí siempre había alguien dispuesto a conversar. Sin embargo, un lunes encontró un aviso: las retirarían el viernes para dejar libre el paso. La administradora había recibido una queja, pero no había consultado a los demás vecinos.

Elena había dado por hecho que la queja era de Marcos, el vecino nuevo. Él apenas saludaba y solía pasar entre las sillas con una expresión seria. Esa tarde, ella escribió en el grupo del edificio que sería triste perder un espacio de encuentro por alguien que ni siquiera intentaba participar.

Marcos llamó a su puerta unos minutos después. "La queja es mía", dijo. "Mi padre viene los domingos y usa una silla de ruedas. Ayer tuvimos que pedir que se levantaran tres personas para poder entrar". Elena quiso explicar su mensaje, pero él añadió: "No se trata de prohibir las conversaciones. Necesitamos poder pasar".

Al día siguiente, Elena pidió disculpas en el grupo y propuso una reunión breve. Doña Iris, que llevaba veinte años allí, explicó que usaba las sillas para esperar la guagua. Si las quitaran, tendría que esperar de pie. "Entiendo el problema", dijo, "pero quitarlo todo también tiene consecuencias". Marcos asintió, aunque parecía cansado.

La administradora sugirió trasladarlas al patio a cambio de mantener despejada la entrada. Iris señaló que desde allí no se veía la calle. Entonces Elena preguntó si cabrían junto a la ventana, unos metros más adentro. Midieron el espacio y comprobaron que podían dejar un paso amplio sin alejar demasiado las sillas.

Acordaron probar durante dos semanas. Marcos pidió ponerlo por escrito para que las sillas no acabaran otra vez junto a la puerta. A Elena le pareció exagerado al principio. Después recordó lo fácil que había sido para ella defender una costumbre sin preguntar a quién perjudicaba. Aceptó redactar el acuerdo.

El domingo, el padre de Marcos entró sin dificultad y se quedó conversando con Iris. Elena sintió que el esfuerzo valía la pena. Marcos seguía siendo reservado, y las sillas no habían resuelto todas las diferencias. Pero ahora podían compartir la entrada sin que nadie tuviera que pedir permiso para pasar.

2 · Expressões úteis

Expressões para lembrar

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01

había dado por hecho

tinha presumido

Expressa uma suposição anterior de que algo era verdade, sem ter verificado.

Yo había dado por hecho que la biblioteca abría los sábados.

Eu tinha presumido que a biblioteca abria aos sábados.

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02

No se trata de

Não se trata de

Esclarece qual é o verdadeiro objetivo ou a questão central ao rejeitar uma interpretação equivocada.

No se trata de ganar, sino de aprender juntos.

Não se trata de ganhar, mas de aprender juntos.

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03

esperar la guagua

esperar o ônibus

Descreve a espera pela chegada de um ônibus.

Uso da língua: Em Porto Rico, "esperar la guagua" significa esperar o ônibus. Uma expressão equivalente amplamente compreendida é "esperar el autobús".

Prefiero esperar la guagua bajo ese árbol.

Prefiro esperar o ônibus debaixo daquela árvore.

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04

a cambio de

em troca de

Introduz o que alguém oferece ou exige como parte de uma troca ou de um acordo.

Luis me prestó su bicicleta a cambio de ayudarlo con la mudanza.

Luis me emprestou a bicicleta dele em troca de eu ajudá-lo com a mudança.

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05

ponerlo por escrito

registrar isso por escrito

Significa registrar uma ideia ou um acordo por escrito para que possa ser consultado depois.

El horario está claro, pero conviene ponerlo por escrito.

O horário está claro, mas convém registrar isso por escrito.

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06

valía la pena

valia a pena

Expressa que o benefício justificava o esforço ou a dificuldade envolvidos.

Aunque el viaje era largo, valía la pena visitar a mis abuelos.

Embora a viagem fosse longa, valia a pena visitar meus avós.

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3 · Tradução em português do Brasil

A história completa em português do Brasil

Quando Elena se mudou para o prédio, gostou das duas cadeiras perto da entrada. Sempre havia alguém ali disposto a conversar. No entanto, numa segunda-feira, encontrou um aviso: as cadeiras seriam retiradas na sexta-feira para deixar a passagem livre. A administradora havia recebido uma reclamação, mas não tinha consultado os outros vizinhos.

Elena tinha presumido que a reclamação era de Marcos, o novo vizinho. Ele mal cumprimentava os outros e costumava passar entre as cadeiras com uma expressão séria. Naquela tarde, ela escreveu no grupo do prédio que seria triste perder um espaço de convivência por causa de alguém que nem sequer tentava participar.

Marcos bateu à porta dela alguns minutos depois. "A reclamação é minha", disse. "Meu pai vem aos domingos e usa cadeira de rodas. Ontem tivemos que pedir a três pessoas que se levantassem para conseguirmos entrar." Elena quis explicar sua mensagem, mas ele acrescentou: "Não se trata de proibir as conversas. Precisamos conseguir passar."

No dia seguinte, Elena pediu desculpas no grupo e propôs uma breve reunião. Dona Iris, que morava ali havia vinte anos, explicou que usava as cadeiras para esperar o ônibus. Se as retirassem, ela teria que esperar em pé. "Entendo o problema", disse, "mas tirar tudo também tem consequências." Marcos concordou com a cabeça, embora parecesse cansado.

A administradora sugeriu levá-las para o pátio em troca de manter a entrada desobstruída. Iris observou que dali não dava para ver a rua. Então Elena perguntou se elas caberiam junto à janela, alguns metros mais para dentro. Mediram o espaço e confirmaram que seria possível deixar uma passagem ampla sem afastar demais as cadeiras.

Combinaram fazer um teste durante duas semanas. Marcos pediu para registrar isso por escrito, para que as cadeiras não acabassem de novo perto da porta. A princípio, Elena achou aquilo exagerado. Depois, lembrou como tinha sido fácil para ela defender um costume sem perguntar a quem ele prejudicava. Aceitou redigir o acordo.

No domingo, o pai de Marcos entrou sem dificuldade e ficou conversando com Iris. Elena sentiu que o esforço valia a pena. Marcos continuava reservado, e as cadeiras não tinham resolvido todas as diferenças. Mas agora podiam compartilhar a entrada sem que ninguém precisasse pedir licença para passar.