La cita que no salió como esperaba
O encontro que não saiu como ela esperava
1 · História em espanhol
La historia
Lucía llegó al café cinco minutos tarde y vio a un hombre mirando la puerta con una expresión seria. Pensó que era Tomás, pero no estaba segura. Él levantó la mano y dijo: "¿Lucía?". Ella sonrió con alivio. Habían hablado por celular durante dos semanas, pero no se conocían en persona. Aun así, los dos sintieron que la foto del perfil no había mentido demasiado.
Tomás pidió un té y ella pidió un café. Al principio, la conversación fue simple. Hablaron de trabajo, de series y de sus barrios. Lucía notó que él escuchaba con atención, y eso le pareció bacán. Cuando él comentó que venía de Valparaíso, ella preguntó si extrañaba el mar. Tomás respondió que sí, pero que ya se había acostumbrado a la ciudad.
Más tarde, Tomás miró su reloj y frunció el ceño. "Creí que la cita era a las siete y media", dijo. Lucía abrió los ojos. "No, era a las ocho". Revisó su celular y vio que tenía razón. El mensaje había quedado incompleto, y ambos se habían confundido. Por un momento, se quedaron en silencio. Luego se rieron, porque la situación ya no tenía remedio y nadie quería pelear por una hora.
Lucía pensó que él se iba a molestar, pero Tomás soltó una risa corta. "Bueno, al menos ninguno llegó demasiado temprano", dijo. Esa respuesta relajó el ambiente. Ella admitió que, antes de salir, había querido cancelar porque estaba nerviosa. Él confesó que también había dudado. Los dos dejaron de actuar como si todo fuera perfecto, y eso les dio un alivio inesperado.
Cuando el café cerró, caminaron por la Alameda. La noche estaba fresca y había poca gente. Tomás dijo que, si ella quisiera, podían seguir hablando en una plaza cercana. Lucía aceptó. Mientras caminaban, él le contó que buscaba una relación tranquila, sin juegos raros. Ella respondió que prefería la honestidad, aunque a veces costara un poco. Después, él dijo que no quería parecer apurado, pero que le gustaría verla otra vez.
Antes de despedirse, Tomás sacó el computador de su mochila y le mostró un mapa de la ciudad. Había marcado un lugar para desayunar el sábado. "Si te parece, podemos ir ahí", dijo. Lucía miró la pantalla y asintió. No era una noche perfecta, pero sí una buena. Y, por primera vez en mucho tiempo, ella pensó que valía la pena seguir conociendo a alguien sin apurarse.
2 · Expressões úteis
Expressões para lembrar
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llegó al café
chegou à cafeteriaVocê pode usar essa expressão para falar da chegada a um lugar, indicando o destino de um deslocamento.
Llegó al café antes que todos.
Ela chegou à cafeteria antes de todo mundo.
mirando la puerta
olhando para a portaEssa expressão descreve para onde alguém está direcionando o olhar.
Estaba mirando la puerta cuando entraste.
Ele estava olhando para a porta quando você entrou.
le pareció bacán
ela achou muito legalÉ uma forma coloquial chilena de dizer que alguém achou algo ótimo ou muito legal.
Uso da língua: Coloquial; comum em conversas do dia a dia. A expressão usa bacán, palavra comum no Chile que significa muito bom ou legal.
El plan le pareció bacán.
Ela achou o plano muito legal.
frunció el ceño
franziu a testaEssa expressão descreve um sinal visível de preocupação, confusão ou desagrado.
Frunció el ceño al ver el mensaje.
Ele franziu a testa ao ver a mensagem.
se habían confundido
tinham se confundidoEssa expressão indica um engano ou mal-entendido que já tinha acontecido antes de outro momento no passado.
Se habían confundido con la dirección.
Eles tinham se confundido com o endereço.
sin juegos raros
sem joguinhos estranhosEssa expressão indica o desejo de ter atitudes diretas e sinceras em um relacionamento.
Ella quería una conversación clara, sin juegos raros.
Ela queria uma conversa clara, sem joguinhos estranhos.
valía la pena
valia a penaVocê usa essa expressão para dizer que algo tinha valor ou importância suficiente para justificar o esforço.
Valía la pena esperar un poco más.
Valia a pena esperar um pouco mais.
3 · Tradução em português do Brasil
A história completa em português do Brasil
Lucía chegou à cafeteria cinco minutos atrasada e viu um homem olhando para a porta com uma expressão séria. Achou que fosse Tomás, mas não tinha certeza. Ele levantou a mão e disse: "Lucía?". Ela sorriu aliviada. Eles tinham conversado pelo celular durante duas semanas, mas ainda não se conheciam pessoalmente. Mesmo assim, os dois sentiram que a foto do perfil não tinha mentido tanto.
Tomás pediu um chá, e ela pediu um café. No começo, a conversa foi simples. Falaram de trabalho, de séries e dos bairros onde moravam. Lucía percebeu que ele escutava com atenção, e ela achou isso muito legal. Quando ele comentou que vinha de Valparaíso, ela perguntou se sentia saudade do mar. Tomás respondeu que sim, mas que já tinha se acostumado à cidade.
Mais tarde, Tomás olhou para o relógio e franziu a testa. "Achei que o encontro fosse às sete e meia", disse. Lucía arregalou os olhos. "Não, era às oito." Ela conferiu o celular e viu que tinha razão. A mensagem tinha ficado incompleta, e os dois tinham se confundido. Por um momento, ficaram em silêncio. Depois riram, porque a situação já não tinha solução e ninguém queria brigar por causa de um horário.
Lucía achou que ele fosse ficar irritado, mas Tomás soltou uma risada curta. "Bom, pelo menos nenhum de nós chegou cedo demais", disse. Essa resposta deixou o clima mais descontraído. Ela admitiu que, antes de sair, tinha pensado em cancelar porque estava nervosa. Ele confessou que também tinha hesitado. Os dois pararam de agir como se tudo fosse perfeito, e isso trouxe um alívio inesperado.
Quando a cafeteria fechou, caminharam pela Alameda. A noite estava fresca, e havia pouca gente. Tomás disse que, se ela quisesse, poderiam continuar conversando em uma praça próxima. Lucía aceitou. Enquanto caminhavam, ele contou que buscava um relacionamento tranquilo, sem joguinhos estranhos. Ela respondeu que preferia a honestidade, mesmo que às vezes fosse um pouco difícil. Depois, ele disse que não queria parecer apressado, mas que gostaria de vê-la outra vez.
Antes de se despedirem, Tomás tirou o computador da mochila e mostrou a ela um mapa da cidade. Ele tinha marcado um lugar para tomar café da manhã no sábado. "Se você quiser, podemos ir lá", disse. Lucía olhou para a tela e concordou com a cabeça. Não era uma noite perfeita, mas era uma noite boa. E, pela primeira vez em muito tempo, ela pensou que valia a pena continuar conhecendo alguém sem pressa.