La ruta que cambió
A rota que mudou
1 · História em espanhol
La historia
El martes, Laura salió más temprano de lo normal. Tenía una entrevista en una empresa al otro lado de la ciudad y no quería llegar con afán. Revisó el celular, guardó el cargador y miró la hora dos veces. Había planeado tomar el bus de las 7:10, porque esa ruta solía ser confiable. Su jefe le había dicho que podía llegar tarde a la oficina después, pero ella quería salir a tiempo y no depender de un taxi caro.
Cuando abrió la aplicación del transporte, vio un aviso confuso. Decía que la parada estaba cerrada por obras. Laura pensó que podía caminar dos cuadras y listo. Sin darse cuenta, tomó la calle equivocada y terminó frente a un taller mecánico. No quiso dar por hecho que ya había perdido el bus, pero el mapa no ayudaba. Además, se le iba la señal, así que guardó el celular y siguió a pie, mirando cada esquina con más atención.
En la esquina, una señora le señaló la parada correcta. Laura se acercó y preguntó: "¿Este bus pasa por la avenida principal?" La señora la miró con calma y respondió: "Sí, pero espere del otro lado". Laura sonrió con nervios. "Qué pena, yo creí que ya lo había perdido", dijo. La otra mujer le explicó que a veces la ruta cambiaba por las obras y que era mejor esperar ahí, por si acaso. Laura agradeció el aviso y se quedó observando el tráfico.
Pasaron diez minutos y el bus no llegaba. A última hora, un conductor anunció que el servicio saldría por una calle cercana, porque la avenida seguía cerrada. Varias personas corrieron hacia allá. Laura también fue, aunque ya pensaba que iba tarde. Cuando subió, el bus iba lleno, pero una estudiante le cedió un puesto junto a la ventana. "¿Usted va para la carrera 15?", le preguntó. Laura dijo que sí y mostró la dirección en el celular. Por fin pudo sentarse y respirar con más calma.
Al final, llegó al edificio con ocho minutos de sobra. La recepcionista le sonrió y le dijo que el entrevistador aún no había bajado. Laura se quitó la chaqueta, ordenó sus papeles y pensó que no siempre conviene confiarse con el transporte. Esa mañana aprendió que un aviso pequeño puede cambiar todo el plan. También entendió que preguntar a tiempo evita correr de más, y que un bus lleno puede salvar el día.
2 · Expressões úteis
Expressões para lembrar
O Premium permite salvar expressões e acompanhar o aprendizado. Seus itens salvos continuam disponíveis após o fim do Premium. Ver vocabulário salvo →
salir a tiempo
sair na horaUsada para indicar que alguém sai no horário planejado, sem atraso.
Si quieres salir a tiempo, deja la mochila lista desde la noche anterior.
Se você quer sair na hora, deixe a mochila pronta na noite anterior.
dar por hecho
presumirUsada quando alguém aceita algo como verdadeiro sem conferir.
No des por hecho que todos entendieron el mensaje.
Não presuma que todos entenderam a mensagem.
sin darse cuenta
sem perceberUsada quando uma ação acontece sem intenção ou sem que a pessoa perceba.
Sin darse cuenta, cerró la puerta con las llaves adentro.
Sem perceber, ele fechou a porta com as chaves lá dentro.
por si acaso
por precauçãoUsada quando alguém faz algo por precaução.
Lleva una chaqueta por si acaso hace frío más tarde.
Leve uma jaqueta caso faça frio mais tarde.
Qué pena
desculpeNeste uso, é uma forma educada de pedir desculpas ou ajuda. É muito comum na Colômbia.
Uso da língua: Na Colômbia, essa expressão costuma ser usada para pedir desculpas com educação ou chamar a atenção de alguém.
Qué pena, ¿me puede indicar dónde queda la parada?
Desculpe, você pode me indicar onde fica o ponto de ônibus?
a última hora
na última horaUsada quando algo acontece pouco antes do horário planejado.
A última hora, cambiaron la sala de reunión.
Na última hora, mudaram a sala da reunião.
Al final
no fimUsada para apresentar o resultado final depois de um processo ou de uma dificuldade.
Al final, el viaje salió mejor de lo que esperábamos.
No fim, a viagem foi melhor do que esperávamos.
3 · Tradução em português do Brasil
A história completa em português do Brasil
Na terça-feira, Laura saiu mais cedo do que de costume. Tinha uma entrevista em uma empresa do outro lado da cidade e não queria chegar com pressa. Conferiu o celular, guardou o carregador e olhou as horas duas vezes. Havia planejado pegar o ônibus das 7h10, porque aquela rota costumava ser confiável. Seu chefe tinha dito que ela poderia chegar mais tarde ao escritório depois, mas ela queria sair na hora e não depender de um táxi caro.
Quando abriu o aplicativo de transporte, viu um aviso confuso. Dizia que o ponto estava fechado por causa de obras. Laura pensou que bastava andar dois quarteirões e pronto. Sem perceber, entrou na rua errada e foi parar em frente a uma oficina mecânica. Não quis presumir que já tinha perdido o ônibus, mas o mapa não ajudava. Além disso, o celular estava perdendo o sinal, então ela o guardou e continuou a pé, observando cada esquina com mais atenção.
Na esquina, uma senhora lhe indicou o ponto certo. Laura se aproximou e perguntou: "Este ônibus passa pela avenida principal?" A senhora olhou para ela com calma e respondeu: "Sim, mas espere do outro lado". Laura sorriu, nervosa. "Desculpe, achei que já tinha perdido o ônibus", disse. A outra mulher explicou que às vezes a rota mudava por causa das obras e que era melhor esperar ali, por precaução. Laura agradeceu o aviso e ficou observando o trânsito.
Passaram-se dez minutos e o ônibus não chegava. Na última hora, um motorista anunciou que o ônibus sairia por uma rua próxima, porque a avenida continuava interditada. Várias pessoas correram para lá. Laura também foi, embora já achasse que estava atrasada. Quando embarcou, o ônibus estava cheio, mas uma estudante lhe cedeu um assento junto à janela. "Você vai para a Carrera 15?", perguntou. Laura disse que sim e mostrou o endereço no celular. Finalmente pôde se sentar e respirar com mais calma.
No fim, chegou ao prédio com oito minutos de sobra. A recepcionista sorriu para ela e disse que o entrevistador ainda não tinha descido. Laura tirou a jaqueta, organizou seus papéis e pensou que nem sempre é bom confiar demais no transporte. Naquela manhã, aprendeu que um pequeno aviso pode mudar todo o plano. Também entendeu que perguntar a tempo evita correr mais do que o necessário e que um ônibus cheio pode salvar o dia.