dejaron de comer
pararam de comerDejar de seguido de infinitivo indica a interrupção de uma atividade.
El ratón de la corte y el del campo
A2 · Capítulo 2 de 3 · Edição 1
A refeição é interrompida
Adaptado de El ratón de la corte y el del campo, de Félix María Samaniego.
Mientras los dos ratones disfrutaban de la comida, oyeron un ruido en la puerta. Era la mujer que cuidaba la despensa. Entró en el cuarto y los ratones dejaron de comer inmediatamente. La alegría se convirtió en miedo.
Primero corrieron y se escondieron entre los alimentos. El ratón del campo estaba tan asustado que no sabía por dónde salir. Su amigo conocía mejor el cuarto y buscó un pasadizo en la pared. Era un paso estrecho que los ratones habían abierto con los dientes.
—¡Sígueme! —dijo el ratón de la corte. El visitante corrió detrás de él. Los dos pasaron por el agujero y escaparon. Por fin estaban a salvo, pero el ratón del campo no quería seguir comiendo. El olor del queso ya no le parecía tan importante.
Enquanto os dois ratos aproveitavam a comida, ouviram um barulho na porta. Era a mulher que cuidava da despensa. Ela entrou no cômodo e os ratos pararam de comer imediatamente. A alegria se transformou em medo.
Primeiro correram e se esconderam entre os alimentos. O rato do campo estava tão assustado que não sabia por onde sair. Seu amigo conhecia melhor o cômodo e procurou uma passagem na parede. Era uma passagem estreita que os ratos tinham aberto com os dentes.
— Siga-me! — disse o rato da corte. O visitante correu atrás dele. Os dois passaram pelo buraco e escaparam. Por fim estavam a salvo, mas o rato do campo não queria continuar comendo. O cheiro do queijo já não lhe parecia tão importante.
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Dejar de seguido de infinitivo indica a interrupção de uma atividade.
Estar a salvo significa estar fora de perigo depois de uma ameaça.
Os ratos escapam por essa passagem na parede.
Adaptado de El ratón de la corte y el del campo, de Félix María Samaniego.
Adaptações em prosa espanhola da Read Spanish Daily. Estas versões recontam uma fábula; não são os versos originais nem a coleção completa.
Fábulas en verso castellano, tomo I, livro I, fábula VIII. Madri: Oficina de Cano, 1818, páginas 9–10. Texto espanhol original em domínio público.
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